sábado, 9 de junho de 2012

Do noveleiro


 Beto (Rockfeller) e Lu

Do noveleiro

De ver telenovelas não me canso,
faz parte do normal do brasileiro,
rotina pela qual não há mais ranço,
é chique acompanhar, sou noveleiro.

Me afundo na poltrona todo manso
e janto por lá mesmo o meu tempero.
Somente destempero se sou tanso,
se perco o fio da trama, que exagero!,

mas peço rapidinho que condense
a história para mim o meu guri
e explique aquele lance rififi.

Perdi a “Sua vida me pertence”,
mas, desde molecote, tô aqui,
da “Beto Rockfeller”, da Tupi.

*** Na Semana On-Line, falamos de Cinema (d)e Horror, cineclube e livro, e de Santa Paciência, comédia sobre judeus e muçulmanos.
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8 comentários:

Marcos Satoru Kawanami disse...

Henrique,

O esquema rímico é diferente, mas, quanto à cadência, parece que estou lendo Glauco, e isto é um elogio.

Agora, a Débora Duarte era muito linda mesmo.

BAR DO BARDO disse...

Marcos,

agradeço por suas leituras apuradas. Adoro ser comparado ao GM. Acho que apenas consigo ter um pouquinho de mim em um ou outro detalhe. Invisto nos detalhes, pois.

Abraço!

byTONHO disse...



Ainda vou ler um soneto,
escrito a quatro mãos?

Um soneto à la Marcos Henrique Kawanami Pimenta.

***

No veleiro,
no carro,
no moto,
no bike,
no patinete...

não vejo, quem não vê?!

Oh not!

BAR DO BARDO disse...

No veleiro,
no carro,
no moto,
no bike,
no patinete...

não vejo, quem não vê?!

by Tonho

(Eu acho melhor ler e apreciar - como já faço há algum tempo - os sonetos do MSK.)

byTONHO disse...



Um Par]serão! Par]serão! Par]serão!

Um PAR...farão?

:o)

BAR DO BARDO disse...

Tonho,

o Marcos é um excelente sonetista mesmo.

Abraço!

Marcelino disse...

Só perco a história do corno do Tufão, quando tem ensaio de bumba-meu-boi em algum arraial por perto (coincidência esse duelo de bois, não?), e vou tentar assistir ao remake da Gabriela pra ver se a calcinha da Juliana vale uma punheta como a da Sônia.

BAR DO BARDO disse...

Marcelino,

fui bastante noveleiro na infância e parte da adolescência. Tenho excelentes recordações desses tempos em frente ao aparelho da fantasia.
Agora, prefiro fazer sonetos - que encantem, se possível, tal a antiga fantasia...

Abraço!